26
Abr 08
Depois dos Arctic Monkeys, os The Kooks são das bandas mais aclamadas do momento no Reino Unido, ao lado de Bloc Party por exemplo.
Depois de muito bem sucedidos no seu álbum de estreia Inside In/Inside Out, lançam agora Konk, um álbum duplo que apresenta novos temas, mais fortes e que confirmam a qualidade da banda. Para abrir o apetite, fica o primeiro single: Always Where I need to be.

Alexandra Silva & Filipe Vilhena
publicado por FV às 16:19

24
Abr 08
Começa hoje a 5ª edição do festival de cinema independente de Lisboa, vulgo Indie Lisboa.
Esta edição, quanto a nós um pouco aquém da anterior, traz na noite de abertura: My Blueberry Nights de Wong Kar Wai, com Norah Jones, Jude Law, Natalie Portman, Rachel Weisz e David Straitharn nos principais papéis.
publicado por FV às 16:16

23
Abr 08

 

Páginas descobertas de aventuras repletas

Sombras ao vento, milhões de personagens

Um mundo novo a cada linha,

A descoberta.

Ler, que prazer universal!

 

Aproveitem hoje, dia do livro, para cumprir este prazer que deveria ser tão essencial e simples...

publicado por FV às 12:09

21
Abr 08


Spirou, personagem de banda desenhada conhecido pelas suas aventuras com Fantásio, Marsupilami e Spip, e também o nome da mais antiga revista de BD da Europa, faz hoje 70 anos. A sua primeira aparição foi em 21 de Abril de 1938 dando, não só a conhecer, as aventuras de Spirou, e as obras de Franquin, mas também deu a conhecer nomes como Peyo (criador dos Estrumpfes) e Morris (Lucky Luke).
Parabéns à revista e ao personagem Spirou, que esperamos ser alvo de reedições e inéditos pelo nosso país!
publicado por AS às 15:59

20
Abr 08

 

 

 

Lista de Músicas

 

1 15 Step

2 Bodysnatchers

3 Nude

4 Weird Fishes/Arpeggi

5 All I Need

6 Faust Arp

7 Reckoner

8 House of Cards

9 Jigsaw Falling into Place

10 Videotape

 

 

Antes da era digital, os dias de lançamentos de um determinado álbum eram aguardados ansiosamente. Contavam-se os dias, horas e os minutos que faltavam até ao dia D. Chegado esse dia, os fãs corriam à loja de CDs mais próxima para comprar e ouvir em primeira mão o tão desejado novo álbum da banda X. Parte desta experiência perdeu-se com o fenómeno musical do download da Internet, o que provocou as inúmeras guerras muitas vezes discutidas. Os Radiohead decidiram inovar e lançaram o seu novo álbum on-line, meses antes da versão “física” do mesmo, o que deu um impulso muito maior a este tão aguardado lançamento.

Mas deixemos estas especulações de parte e passemos para a crítica propriamente dita. Comecemos pelo título e o art work do álbum. Thom Yorke referiu que o título In Rainbows foi usado para sugerir uma viagem, uma transposição para um sítio onde não se está. O art work, com manchas de tintas coloridas sobre um fundo negro sugere explosões cósmicas. Portanto, a primeira ideia que “salta à vista” é que In Rainbows pretende ser uma espécie de novo inicio, de corte com o passado, o que faz sentido, visto que a banda cortou o seu vinculo com a editora EMI, para poderem empreender uma politica de lançamentos autogeridos. Outro aspecto a destacar neste álbum é que também existe um corte com aquele ambiente urbano, de introspecção depressiva que esteve presente na maioria dos seus antecessores. Posto isto, In Rainbows acaba por ser um álbum mais leve daquilo que se poderia esperar.

O álbum começa com 15 Step, na qual se nota uma evolução na vertente electrónica, existindo uma fusão entre o acústico e o digital. Bodysnatchers, ao contrário da faixa que a antecede, recupera a sonoridade Rock a que os Radiohead nos habituaram. A voz de Yorke está menos nervosa e inquieta, e consequentemente, mais melodiosa.

O corte com a EMI e o álbum a solo de Yorke ajudaram os Radiohead a construir as suas musicas de forma mais simples, facto que é notado quando se ouve este álbum, fazendo lembrar um EP, o que acabou por resultar num conjunto de muito boas musicas.

Nude é uma balada lenta, com o baixo de Collin a conduzir a música para um Thom Yorke cativante e honesto, é a faixa “típica” dos Radiohead.

Em All I Need realça-se outra das características de In Rainbows, a força imposta pelos arranjos de guitarra compostos por Jonny Greenwood, transformando uma música que, inicialmente soa apática, numa faixa de imponência musical. Faust Arp, em compensação, é o oposto de All I Need, e a sua a beleza reside na simplicidade com que foi feita.

House of Cards começa com a frase: I don't want to be your friend/I just want to be your lover/No matter how it ends/No matter how it starts, acaba por ser um reflexo, desta vez menos elaborado do que em álbuns anteriores, da capacidade lírica e de composição que caracterizam os Radiohead.

Jigsaw Falling Into Place, o primeiro single de In Rainbows, recupera parte do fulgor inicial. É a faixa mais “dançável”, retratando uns Radiohead descontraídos e espontâneos, como se estivessem a tocar para um grupo de amigos.

Videotape, é a “cereja no topo do bolo”, uma faixa que cumpre o objectivo de encerrar com chave de ouro um álbum.

Num registo que, inicialmente, parece diferente do seu trabalho anterior, In Rainbows é um álbum de uma banda que há muito atingiu a consagração, e que, a cada trabalho, parece se renovar e mostrar uma faceta diferente da banda. E continua a resultar na perfeição!

publicado por AS às 20:04

19
Abr 08

Depois do enorme sucesso dos Arctic Monkeys, Alex Turner junta.se a Miles Kane, para um projecto paralelo, intitulado The Last Shadow Puppets.

O primeiro avanço tem o título homónimo ao álbum, e já vai rodando nas rádios. O álbum sai na próxima 2ª feira.

Aqui fica então "The Age of the understatement".

 

Filipe Vilhena & Alexandra Silva

publicado por FV às 12:49

18
Abr 08


Resumo: Lucky Luke é mandatário do Estado para ir repor a ordem na cidade de Titusville, como Xerife.

Titusville está em alvoroço desde a chegada do Coronel Drake e a sua descoberta de petróleo, fez com que a cidade fosse invadida por prospectores ávidos de fortuna. Até mesmo os habitantes querem uma parte deste negócio. Entre eles está o malévolo Barry Blunt, um ex-advogado sem escrúpulos, que quer ser dono de todos os poços de petróleo existentes na região! Um dos seus homens, um tal de Bingle, vai ser uma ajuda preciosa para Luke, embora este o tenha posto na prisão!

Mas contra Barry Blunt, toda a ajuda vai ser necessária.

 

Crítica: Uma vez mais, Morris & Goscinny retiram os nossos heróis do seu “habitat” e dos seus hábitos. Desta vez, não estão no Mississipi mas na Pensilvânia, no entanto, as diferenças sociais entre o Oeste de Lucky Luke e o Este deste estado não são notadas.

O tema do petróleo já tinha sido discutido num álbum anterior (Corrida para Oklahoma) mas, na base deste 18º álbum estão eventos históricos e verídicos. Embora tenha como tema central um assunto tão polémico (até mesmo nos dias de hoje) fazendo com que o argumento seja uma critica social, a história continua a ser um verdadeiro clássico a que estamos habituados.

A caracterização das personagens está bem definida, isto porque enquanto que o Coronel Drake levamos algum tempo a perceber qual é o seu papel e quais as suas intenções, em compensação, Blunt e Bingle são automaticamente catalogados, praticamente desde o 1º momento em que aparecem na história.

 

De louvar é a iniciativa da Asa em reeditar este álbum e pretender editar os restantes álbuns da colecção. Fica desde já os nossos agradecimentos e o apelo de estender esta iniciativa a outros heróis, como por exemplo, o Spirou e os Estrumpfes.

publicado por AS às 13:58

14
Abr 08

  • Perdeu-se Uma Mulher (Farewell, My Lovely – 1940)

Um encontro fortuito com Moose Malloy, um ex-presidiário, em Los Angeles, coloca Marlowe numa teia de problemas.

Acabado de sair da prisão, Malloy vai à procura da sua namorada, a ruiva Velma, que viu pela última vez 8 anos antes. O Clube nocturno onde ela trabalhava, o Florian, é agora um negro império de jantares e jogos de dados, e ninguém que lá trabalha ouviu falar de Velma. Malloy foge inadvertidamente após matar o chefe negro do clube, e Marlowe, a única testemunha “branca”, é convidado por Nulty, o detective responsável por este caso, a procurar Velma. Marlowe decide visitar a viúva do dono do Florian, uma mulher de meia-idade, alcoólica que lhe diz, de forma pouco convincente, que Velma Valento morreu.

Nessa mesma tarde, Lindsay Marriott contrata Marlowe para a acompanhar na entrega de um resgate de $8,000 por um raro colar de Jade pertencente a uma amiga de Marriott. Mas, no ponto de encontro, uma estrada campestre isolada, Marlowe leva uma pancada que o deixa inconsciente. Quando recupera os sentidos, dá de caras com Anne Riordan, que lhe diz que encontrou Marriott assassinada. Com a ajuda de Anne, Marlowe descobre que o colar pertencia a Mrs Grayle, uma mulher loura casada com um milionário idoso, que corrobora a versão de Marriott de que o colar tinha sido roubado.

À medida que vai achando pontas soltas e ligações pouco esclarecedoras, Marlowe corre risco de vida, chegando ao ponto de levar uma tareia que o deixa inconsciente. Os acontecimentos precipitam o livro para um final alucinante. Será que Velma está mesmo viva? Quem será? E qual a ligação desta com Marriott e porque querem tanto que Marlowe páre de investigar o caso? Tudo isto é explicado numa conversa entre Mrs Grayle e Marlowe em que nos apercebemos, ao jeito a que Raymond Chandler nos habitou, o destino que ele pretendeu dar a cada um dos seus personagens.

 

  • Os Peixes Mortíferos (Goldfish -1936)

As pérolas Leander foram roubadas há 19 anos atrás. O ladrão foi apanhado na altura, mas as pérolas nunca foram encontradas, e, passado tanto tempo, continua a haver uma recompensa de $36.25,000 para quem as encontrar. Até que alguém contacta o detective privado Carmady contando-lhe que conhece alguém que sabe onde as pérolas estão escondidas. Carmady aceita ir falar com essa pessoa, só que a encontra morta, na sua cama, com os pés queimados, e parece haver muita gente em Los Angeles a par da história, e que andam à procura das pérolas.

 

Esta é uma história que pertence ao universo de Short fiction de Raymond Chandler, que consegue ser tão bom quanto as grandes histórias. Neste caso, este aspecto nota-se logo na forma como os diálogos são conduzidos, são bastante cativantes.

Em Goldfish, Chandler usou o detective que serviu de base para a criação de Philip Marlowe, Carmady, que tem os mesmos comportamentos que Marlowe, só que é mais politicamente correcto.

 

Este livro reúne duas histórias de um dos melhores autores de literatura policial de todos os tempos.

 

publicado por AS às 16:38

 

 

Lista de Músicas

 

1 -  Vamos Esta Noite
2 -  Adeus Amor (Bye, Bye)
3 -  Tira a Teima
4 -  Fábrica de Amores
5 -  Amuo
6 -  Sexto Andar
7 -  Ponto Zero
8 -  P'ra Continuar
9 -  Pequena Morte
10 -  Narciso sobre Rodas
11 -  Mandarim
12 -  Utilidade do Humor

 

 

 

 

Cintura marca o regresso dos Clã aos álbuns de estúdio e à estrada, depois do experimentalista Rosa Carne. O título Cintura, segundo Manuela Azevedo, a vocalista, surge porque a palavra nos pareceu, sonora e graficamente, bonita. Depois, porque, semanticamente, sentimos que é uma palavra próxima do movimento, da dança, do feminino, do “jogo de cintura” que se sente no novo disco”.

A imagem de marca que caracteriza todos os álbuns dos Clã é as inúmeras participações e colaborações, que fazem com que, na sua sonoridade, se notem variadíssimas influências. Desta feita, este disco contém 12 temas com letras de Arnaldo Antunes, Adolfo Luxúria Canibal, Carlos Tê e Regina Guimarães, tem como primeiro single Tira a Teima, que conta com a participação de Paulo Furtado (WrayGunn, The Legendary Tigerman). Por sua vez, Amuo conta com a voz de Fernanda Takai dos Pato Fu. E é neste Tira a Teima, que serve de cartão de visita do disco, que nos é revelado o novo “lado” dos Clã, é mais arrojado, mais feminino, aventureiro, afirmativo e solto. É como se os Clã se tivessem libertado das amarras que os prendiam.

Para além de ser mais descontraído e físico, é quase o oposto do anterior em termos musicais, sonoros e rítmicos, o que nos é explicado pela própria Manuela Azevedo: O “Rosa Carne” teve aquela mulher da capa, uma espécie de “Alice no país das maravilhas” já entradota. Já a imagem que tenho da mulher que está neste novo disco é a mesma mulher entradota, mas atrevida. A abrir portas e a sair por aí fora, consciente, com uma atitude irónica sobre si própria e também em relação ao mundo, onde aprende e desaprende. Com vontade de experimentar outras coisas e transgredir noutras.

Daí que este disco acaba por ser mais directo, imediato e Pop-Rock do que os anteriores álbuns dos Clã, o que não implica necessariamente que seja mais comercial. Nada disso! É, eventualmente, um álbum mais acessível ao público desconhecedor do trabalho da banda, dos quais se destacam Sexto Andar, Vamos Esta Noite, Narciso sobre Rodas e Utilidade do Humor. Resumindo: O nosso novo álbum é um trabalho que serve de convite aos fãs para que se deixem levar pela aventura e que, pelo caminho, sintam a música e o prazer de viajar pela melodia. Um disco, sem dúvida, “P'ra Continuar”, como apresenta uma das suas faixas.

publicado por AS às 12:40

12
Abr 08

Precedido de enorme convívio do fórum deste grande músico nacional, estamos a pouquissimos momentos de um concerto que se espera especial e único. Repleto de surpresas, sonhos a cores, disse David Fonseca.
Na primeira parte uma linda senhora, Rita Redshoes, "atiça" o público...

It's you and me and all the things we do.
publicado por FV às 21:15

Abril 2008
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