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Jul 07

Whatever People Say I Am, That's What I'm not (2006) 

 

Lista de Músicas

 

  1. The View from the afternoon
  2. I Bet you look good on the dance floor
  3. Fake tales of San Francisco
  4. Dancing Shoes
  5. You probably couldn’t see for the lights but you were staring straight at me
  6. Still take you home
  7. Riot van
  8. Red Light indicates doors are secured
  9. Mardy bum
  10. Perhaps vampires is a bit strong but…
  11. When the sun goes down
  12. From the Ritz to the Rubble
  13. A Certain Romance

O primeiro álbum dos ArcticMonkeys foi um fenómeno instantâneo, sem par. Num ano a banda saiu de um fenómeno da Internet para se tornar a maior banda do Reino Unido.

Todas as demos saídas na Internet, levaram a que a legião de fãs fosse crescendo a olhos vistos, mesmo antes de a banda sequer se aventurar na indústria discográfica e no mundo “real”.

Da última vez que tinha surgido tanta excitação em volta de uma banda britânica tinha sido com os Oasis e o seu Definitely Maybe (álbum de estreia da banda de Manchester), lançado em 1994, quando os membros dos Arctic Monkeys ainda estavam a festejar os seus 10ºs aniversários… Assim sendo, ninguém fica surpreendido quando os Arctic Monkeys se referem aos Oasis como a sua maior referência, sendo no entanto em 2001, graças aos The Strokes, que os Arctic Monkeys tomaram a sua vontade de tocar.

Neste primeiro álbum, Whatever people say I am, that’s what I’m not, a jovem banda de Sheffield apresenta inclusivamente semelhanças de estilo aos The Strokes, adicionando um elemento de punk neo-clássico presente nos the Libertines. No entanto, enquanto os The Strokes, the Libertines e Franz Ferdinand se focam em demasia no passado, os Monkeys apenas olham para o presente, para o agora, contando histórias das suas vidas – maioritariamente encontros com raparigas em pistas de dança e de noites de bebedeiras, balanceadas pelas ocasionais imagens trágicas de prostituição na indústria musical.

Este é um álbum repleto de riffs angulares e fortes, com letras simples e puras, vindas do coração de jovens simples, sem qualquer sentido de sex appeal ou romance, ou mesmo desejo por outrem, distanciando-se assim dos The Strokes e the Libertines.

No entanto, devido ao uso, por vezes exagerado, dos riffs e justaposições este álbum pode tornar-se previsível, não sendo por isso mau, antes pelo contrário: a banda mostra-se bastante competente, ficando no entanto a sensação de que podiam ter tido maior imaginação…

Mas, acima de tudo estamos perante um excelente álbum de estreia, dos melhores e mais galardoados dos últimos anos… e perante uma banda que pode sonhar com voos mais altos, mais que não seja, pelas excelentes capacidades líricas do jovem vocalista/guitarrista/compositor Alex Turner, por vezes semelhante a Jarvis Cocker – dos Pulp – mas com mais ambição…

 

 

publicado por FV às 17:55

Biografia

 

 

No natal de 2003, os vizinhos Alex Turner e Jamie Cook, recebiam como presente guitarras. Desde essa data, que os jovens desataram a tocar, treinar intensivamente até à obsessão, memorizando músicas de White Stripes, e the Vines. Juntaram-se então com os amigos Andy Nicholson e Matt Helders, ficando Turner na voz e guitarra, Cook na guitarra, Nicholson no baixo e Helders ficou com “o que sobrou” – como o próprio indica –, a bateria.

Com um estilo onde são visíveis influências de the Jam, the Clash e The Smiths, e com os Oásis como referência, formaram-se assim os Arctic Monkeys, com um som Britpop-alike, entrando na nova vaga do movimento…

Os Arctic Monkeys iniciaram também um novo movimento, ao se “aproveitarem” da Internet para divulgar o seu material, sendo a primeira “banda MySpace”, atingindo enorme sucesso ainda antes de editarem oficialmente qualquer álbum ou single.

Na primavera de 2004, assinaram contrato com a Domino, editora de bandas “colegas” como os Franz Ferdinand e os Clinic. Em Outubro de 2005, lançam o seu 1º single, «I Bet that you look good on the dancefloor», que atinge o pico do topo nos tops do Reino Unido. Em Janeiro do ano seguinte, editam o seu primeiro álbum: Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not, tendo vendo só no Reino Unido, no primeiro dia 118501 cópias, alcançando um record e vendendo sozinho mais que os restantes álbuns juntos, que compunham o top 20. Na primavera do mesmo ano, lançam o EP Who the Fuck Are Arctic Monkeys.

Durante a primeira digressão norte-americana, sofrem a primeira baixa, com a saída do baixista Andy Nicholson, que saiu devido a se apresentar cansado, sendo substituído por Nick O’Malley.

No Outono de 2006, os Arctic Monkeys, começam a senda de recepção de prémios vencendo o 2006 Mercury Prize, ganhando os prémios de Best Breakthrough Act nos Brit Awards, bem como Best New Band e Best British Band nos NME Awards.

Aproveitando todo o hype em sua volta, a banda editou o segundo álbum Favourite Worst Nightmare, na primavera de 2007, tendo no mesmo ano arrecadado ainda mais prémios nos Brit Awards, desta feita para Best British Band e Best British Álbum com Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not.

 

Whatever People Say I Am, That's What I'm Not (2006)

Favourite Worst Nightmare (2007)

publicado por FV às 17:33

14
Jul 07
Para esta semana, um álbum que saiu este mês, que andamos a ouvir com alguma insistência.
Uma banda que reúne membros dos Guns N' Roses e Stone Temple Pilots, os Velvet Revolver voltam com o single She Builds Quick Machines, do seu recente álbum Libertad.

 

 

Filipe Vilhena & Alexandra Silva
publicado por FV às 17:25

09
Jul 07



Nesta aventura, Spirou e Fantásio viajam até ao Mediterrâneo, onde acompanham as pesquisas de Martin, um arqueólogo muito nervoso.

Graças a um submarino cedido pelo conde de Champignac, eles descobrem uma gigantesca estátua que abre as portas para uma civilização submersa e completamente desconhecida, a fazer lembrar a Atlântida.

Curiosamente, os dois heróis estão em desacordo quanto ao que fazer com este achado. Enquanto Fantásio se deixa convencer pelo milionário Callaway, que quer explorar o espólio em proveito próprio; Spirou, por seu lado, fica com Martin, que se opõe ferozmente ao desígnio de Callaway.

A ajuda de Thian, uma jovem universitária indonésia vai ser fundamental para Spirou poder seguir a pista do espólio encontrado até à Nova Zelândia. É ali que, provavelmente se situa uma cidade mítica guardada por monstros gigantescos que sobem do fundo do mar para se vingar dos humanos.

Esta banda desenhada, assinada por Yoann (desenho) e Fabien Vehlman (texto), teve a sua primeira publicação na revista Spirou (números 3537 a 3546), entre 25 de Janeiro e 29 de Março de 2006.

Esta aventura de Spirou é diferente de todas as outras, isto porque a incursão dos dois autores no universo da série não terá qualquer continuidade, ou seja, Os Gigantes Petrificados é o primeiro título de um projecto paralelo à sequência das histórias do herói, e desta forma, as Editions Dupuis, permitem que diferentes criadores consagrados explorem um tema de forma livre, tanto do ponto de vista gráfico como temático.
Originalmente, esta segunda série é também objecto de um tratamento editorial diferenciado - maquete própria, maior número de páginas e um formato de prancha maior do que o tradicional, permitindo expor os desenhos de forma mais generosa.
O resultado é, a vários títulos, surpreendente. Spirou e Fantásio "tornam-se", finalmente, heróis adultos numa aventura que é também desenvolvida num registo emocionalmente mais adulto do que o habitual. Pela primeira vez, os destinos de um e de outro separam-se desde o início da narrativa e durante muito tempo permanece a dúvida acerca da sua reconciliação.
Outro ponto que distingue esta das restantes aventuras da série é a aberta exposição da vida amorosa dos heróis. Fantásio é claramente seduzido pela insinuante colaboradora do milionário, comportando-se de forma pouco reconhecível pelos fãs do personagem. Quanto a Spirou, namora de forma mais discreta a jovem Thian, mas a atracção mútua é tão explícita que não escapará a ninguém.
Apesar destas vicissitudes, tudo regressa à normalidade no final da aventura, depois de passadas as aflições provocadas pelos monstros pré-históricos que lançam o pânico entre toda a gente, mas são claramente derrotados por... Spip. Aqui está um álbum totalmente diferente dos restantes, no entanto, em vez de despedirem os criadores ao fim de três álbuns, a Dupuis podia investir mais neste projecto, pelo menos enquanto não conseguem decidir quais os criadores que darão seguimento à série.

publicado por AS às 16:01

07
Jul 07
Depois de uma passagem pelo Super Bock Super Rock, na noite de encerramento, onde infelizmente não pudemos estar presentes, os Interpol despediram-se com um «See you in November...», quando virão ao Coliseu de Lisboa, no dia 7 desse mesmo mês. Por agora, resta contemplar o fantástico 3º álbum, a afirmar a grandeza da banda. Our Love to Admire sai esta 2ªfeira, dia 9 de Julho e aqui fica o novíssimo vídeo The Heinrich Maneuver.

 

 

Filipe Vilhena & Alexandra Silva
publicado por FV às 14:54

05
Jul 07
Num primeiro rescaldo, só há palavras p'ra dizer: foi lindo...
Completamente fenomenal, esta noite de concertos.
Do que vimos, ficou a vontade de ver de novo a melhor banda da noite: Arcade Fire.
Foram fantásticos.
Bloc Party e Klaxons estiveram também a muito bom nível animando as hostes, sendo os primeiros mais aclamados pelo público, tendo mais possibilidades de brilhar.
Quanto a The Gift cumpriram o esperado, abrindo caminho a uma grande noite como já referido.
Nota menos positiva para os Magic Numbers que, quando tinham tudo relativamente bem encaminhado se deslumbraram e exageraram...
Em breve apresentaremos uma crítica detalhada de todos os concertos que assistimos...
Até lá,fica aqui um pouco do que vimos:

Infelizmente, aos Arcade Fire, as pilhas da máquina acabaram... pelo que não temos p'ra já fotos para apresentar.

Alexandra Silva & Filipe Vilhena
publicado por FV às 15:04

03
Jul 07
Estamos a poucas horas do início do Act II do "maior" festival de Rock do país, hoje com um cartaz muito virado para os fãs indie sem esquecer o panorama nacional...
Teremos The Gift, Klaxons, Bloc Party e Arcade Fire à espera...
O melhor é ir andando para não os fazer esperar...
publicado por FV às 16:36

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