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Nov 07

 

Mais uma excelente notícia para os fãs de Tim Burton.

Segundo a revista Variety, após terminar as filmagens de Sweeney Todd, Burton juntar-se-á à Disney para produzir mais 2 filmes em 3D, utilizando a tecnologia já vista em Beowulf de Robert Zemeckis.

E agora, a revelação: esses 2 filmes serão:

- uma versão em longa metragem da sua curta de 1984, Frankenweenie

- uma versão da obra aclamada de Lewis Carrol, Alice In Wonderland

Este segundo filme, que se espera venha a ser uma obra fantástica pois mistura o imaginário de Burton com o de Carrol, irá ser filmado utilizando imagens reais e 3D. Já o primeiro espera-se que seja filmado no fantástico estilo stop-motion.

Imagem e notícias retiradas daqui.

Filipe Vilhena & Alexandra Silva

publicado por FV às 15:47

Sinopse: Preste atenção a Mr. Brooks. Um homem de negócios de sucesso. Um filantropo generoso. Um pai carinhoso e um marido dedicado. Aparentemente, ele é perfeito. Mas o Mr. Brooks tem um segredo - ele também é um famoso serial killer e nunca ninguém suspeitou - até agora.

 

Crítica: Este filme será concerteza um grande regresso de Kevin Costner, que aqui ombreia em termos de interpretação com (mais uma) fantástica actuação de William Hurt… E, se William Hurt foi nomeado para Óscar pela fugaz (mas ainda assim impressionante) aparição em Uma História de Violência, será que a academia reconhecerá de novo o seu talento?

Sem dúvida um dos pontos fortes do filme. Assim como a dualidade existente entre Mr.Brooks, interpretada de forma tão impressionante por este par de actores, que muitas vezes se confundem em pleno plateau. Costner e Hurt interpretam as duas faces da mesma moeda, fazendo com que o espectador chegue a afeiçoar-se pelo personagem, mesmo sendo um serial-killer…

É sempre interessante ver também o sentimento, o desejo de que Mr.Brooks continue a matar, para continuarmos a apreciar o seu excelente desempenho, enquanto assassino e dissimulador.

No entanto, surgem aqui alguns pontos menos fortes num filme que, com esta dupla de actores tinha enorme potencial. A interpretação de Demi Moore torna-se em certos momentos monótona e previsível, num papel curto… e que deixa vontade que as cenas em que entra passem rápido…

Mas será talvez este o ponto mais fraco de todo o filme.

As interpretações de Danielle Panabaker e Dane Cook, enquanto a filha (também) obsessiva de Mr.Brooks e Mr.Smith, respectivamente claro. Danielle cumpre na perfeição o esperado, atingindo, quanto a mim, o pico da interpretação no sonho de Mr. Earl Brooks…

Quanto a Dane Cook, a forma insistente e, por vezes violenta e forte como insiste com Mr.Brooks, confere-lhe um ar misterioso, ladeada com a forma infantil como acaba por cair na teia de Brooks.

A realização tamb+em foi conseguida de forma inteligente, deixando o espectador em suspense até ao minuto final da trama.

Em resumo, poder-se-á dizer que Mr.Brooks é um filme de Costner e Hurt, com excelentes interpretações pelo meio, um twist (como não podia deixar de faltar) bastante interessante, e uma personagem Tracy Atwood desinteressante.

publicado por FV às 12:28

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