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Jul 07

                 

Sinopse: Quando Shrek casou com Fiona, a última coisa que pretendia era tornar-se Rei. Mas quando o seu sogro adoece, e acaba por falecer, este começa a ser o destino de Shrek, a não ser que ele, com a ajuda dos seus inseparáveis amigos Burro e Gato das Botas, consiga arranjar quem o substitue no cargo de Rei do Reino de Bué-Bué Longe, caso contrário terá mesmo que ficar “pendurado” com o cargo. O candidato mais promissor é Artie, um primo de Fiona e um estudante muito baldas da Época Medieval, tornando-se um desafio maior do que todos esperavam.

Crítica: Parece que neste Verão não faltam sequelas e trilogias, e depois duma desilusão geral de Homem Aranha 3, e duma menor desilusão com Piratas das Caraíbas, este Shrek 3, embora não traga de novo à história, consegue ser uma lufada de ar fresco mesmo sem conseguir alcançar a originalidade e a imprevisibilidade do primeiro. Mesmo assim a história consegue ser interessante e encerra alguns momentos de antologia, como é exemplo a morte do Rei Harold.

Do ponto de vista técnico o filme está cada vez mais perfeito, os movimentos, os gestos e atitudes parecem cada vez mais reais.

Com respeito à história, é aqui que encontramos a maior “falha” do filme, porque acaba por perder-se no argumento. A gravidez de Fiona poderia ter trazido um desenvolvimento novo à história, mas esta acaba-se por perder na procura por Artie, que parece demasiado longa, além de que esta história tem um numero exagerado de personagens secundárias, que tornam o filme divertido, mas pouco mais que isso.
Este filme entretêm, mas como em muitas séries de filmes, o terceiro acaba por fechar sempre um ciclo. Existe assim o risco de acontecer isso com Shrek. Poderiam ter mantido as mesmas ideias, mas organizando-as de modo diferente não faria o enredo dispersar-se, para acelerar para o final, simplesmente porque um filme de animação não pode ser demasiado longo.

Embora seja o mais fraco dos três, porém, é um filme a ver, nem que seja pelas pequenas criaturas que aparecem no final, pelo fabuloso Banderas no Gato das Botas, e por pequenas preciosidades na adaptação das "princesas dos contos de fadas" para este filme.

Afinal, não deixa de ser um bom filme para famílias com crianças pequenas...

publicado por AS às 19:39

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